O mesmo padrão de relacionamento. O mesmo tipo de homem. A mesma dor que não passa. Isso não é coincidência. E a resposta não está apenas na terapia.
Quero entender o que está acontecendo comigo →por Karin Benoni · Corpos Contaminados
Você foi à terapia. Leu livros. Conversou com amigas. Falou com Deus, se você tem essa crença. E mesmo assim, algo não deixa você avançar.
Quero sair desse ciclo →A dor é desproporcional ao que deveria ser. Você pensa nele o dia inteiro, mesmo sabendo que não devia. Não consegue parar de revirar o passado, de monitorar as redes sociais dele, de imaginar o que está fazendo.
Você termina um relacionamento e sente uma dor muito maior do que ele merecia.
Você se envolve com homens que no início parecem diferentes, mas repetem o mesmo padrão.
Você sabe que deveria seguir em frente, mas algo te mantém presa onde você não quer estar.
Se essa pessoa nem sequer era tudo isso, por que você não consegue parar de olhar o perfil dela?
Quero entender essa obsessão →Não é normal que alguém ocupe sua mente todos os dias durante anos. Não é normal sentir uma urgência física para saber onde essa pessoa está, com quem está, o que está fazendo.
Quando algo se torna obsessivo, deixa de ser apenas sentimental. Existe um tipo de vínculo que se cria na intimidade.
Toda vez que duas pessoas se unem sexualmente, algo acontece que vai muito além do físico.
Quero romper esse vínculo →Quando você se envolve com um homem que carrega padrões de traição, dependência, destruição ou pobreza crônica, você cria uma ponte entre a sua vida e tudo que ele carrega.
Você age como se fosse livre, mas já não está escolhendo. Está cumprindo um roteiro que não escreveu.
Quero quebrar esse roteiro →Karin Benoni não escreve sobre relacionamentos destrutivos a partir de teorias. Ela escreve a partir de dentro. Casada há mais de 28 anos, passou por traição, por um envolvimento de quatro anos do qual não conseguia sair e por noites de opressão que a psicologia não explicava.
O que ficou dessa jornada não foi amargura. Foi discernimento. E a necessidade de dar a outras mulheres o mapa que ela não tinha.
Quero esse mapa →Fiz terapia por dois anos tentando entender por que não consigo sair de relacionamentos que me fazem mal. Este estudo explicou o que a terapia não tocou.
M.C. · 38 anosMeu marido me deixou depois de 24 anos por uma mulher mais jovem. Este material me deu um nome para o que estava acontecendo.
A.F. · 52 anosNão sou religiosa, mas o que Karin descreve aqui vai muito além de religião. Eu me vi em cada página.
R.S. · 44 anosSim. Este material usa textos antigos como lente de análise, não como pregação.
A maioria dos materiais trabalha comportamento e emoção. Este trabalha o mecanismo.
É exatamente a mesma coisa, pelo outro lado. A devastação tem uma explicação que vai além de ele é egoísta.
O ciclo não para sozinho. Mas ele pode ser rompido a partir do momento em que você entende o que está operando.
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